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quarta-feira, maio 26, 2010

fotografia

Te quero tão bem e tão intenso - murmurrara em desalinho.

 E aquelas foram as últimas palavras de que se tinha lembrança viva, fora isso ficaram as imagens, já guardadas em porta-retratos. Onde ela passava horas olhando e se perdendo no tempo... Olhando e revivendo.

 E ele já nem sabia mais como narrar toda aquela euforia que chegava em sons de silêncio, em risos de ansiedade e palavras de esperança para um futuro de tempo incógnito. Palavras raras, sentimentos abundantes. Para ela, soavam perfeitas, na medida que seus ouvidos precisavam e do tamanho que seu coração poderia guardar. Como a peça do quebra-cabeça que tanto se procura e se encontra num momento inexato.


 E era sempre assim, as saudades vinham, misturando-se com os desejos e lembranças estáticas espalhadas pelo quarto, sala, mente e corpo enfim. E nesse mix dedelicadeza e desejos, corrosivos e revitalizantes. Antítese. Opostos que se reconstroem, que não se atraem, se completam. Se reinventam. Se alimentam. Tornando-se uma coisa só. Unidade, sem vaidade, com reciprocidade. Eternidade.

6 comentários:

  1. Passando pra deixar um beijo e dizer pra você ir me visitar! =)

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  2. Oi Nathi,

    Um amor assim, eu busco...!! Daqueles em que o tempo "desmancha", deforma, o nosso corpo, mas continuamos unidos na alma. Esta sim, só evoluiu..., no e com amor...

    Beijos, está lindo...

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  3. fotografia é lindo demais *-*

    e a fotografia da vida é ter esses e outros momentos na mente assim..

    e fisicamente tbm
    xD^

    vou ficando por aqui.
    ótima quinta
    e o blasil já está na áfiguica...
    a..blasil gumo ao héguissa..
    góbinho...
    nilmag...
    luis fabguianu...
    aaah blasil vamu
    abraçooo
    e desculpe os erros..é que eu tenho teclado pleso

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  4. ah, ficou bonitinho esse texto...
    bjs

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Vivendo o Óbvio Utópico...